sábado, 6 de agosto de 2011

Doutor Joshua

  
  Um dia desses, ao passar pela calçada de seu bairro, José se deparou com um simpático senhor que recolhia alguns papéis jogados a esmo nas redondezas de sua residência.
   Esses papéis, na verdade não haviam sido jogados a esmo, e sim espalhados pelo vento.
   Para a surpresa de José, ele pode reconhecer em alguns desses papéis que o senhor recolhia cuidadosamente, a sua própria caligrafia, o que o levou rapidamente a concluir que haviam sido espalhados pelo vento a partir da lixeira em frente à sua casa.
   José planejou passar pelo senhor quieto e com cara de poucos amigos, para não correr o risco de ser chamado, mas não foi isso que aconteceu.
   O senhor o chamou educadamente:

    • Bom dia senhor! O Senhor é o José, que mora na casa 954?
    • Sim, sou eu (respondeu José a contragosto)
    • Ah, que bom poder ter a oportunidade de conversar contigo! Sabe, eu acho que houve um erro e o senhor se esqueceu de amarrar a boca dos sacos de lixo de sua casa, e o vento trouxe a partir de lá todos esses papéis para a frente de minha casa. Será que eu poderia contar com a sua gentileza de amarrar os sacos de lixo da próxima vez que os colocar em sua calçada?
    • Ah sim, murmurou José. Desculpe pelo mal jeito! Isso não vai mais voltar a acontecer.
    • Eu te agradeço, exclamou o senhor. Tenha um bom dia!
    • Igualmente!

   José seguiu rapidamente para casa, feliz por ter se livrado daquele senhor e de seu papo chato.
   No dia seguinte, ao colocar o lixo pra fora, José se lembrou da conversa do dia anterior, e notou que realmente estava mais uma vez deixando o saco de lixo com a boca aberta, mas percebeu que por estar o saco com alguma quantidade de gordura e líquidos provenientes do lixo, ele não tinha nenhuma vontade de dar um nó em sua boca, e realmente não o fez.
   À tarde, ao voltar do trabalho, viu de longe que mais uma vez estava o senhor recolhendo a sujeira causada por sua displicência ao se livrar do lixo.
   Resolveu ficar olhando de longe até que o senhor acabasse de recolher aquilo tudo e entrasse em casa, para só depois poder ir embora, e assim o fez.
   Essa situação prosseguiu dia após dia. A dispilcência de José com o que o senhor o havia pedido e o resultado daquilo, sempre levando o senhor a ter que apanhar o lixo que não o pertencia.
   Até que um dia, o distraído José, ao voltar para casa, se esqueceu de olhar para saber se o senhor estava a catar o seu lixo, e quando deu por si, já estava a poucos metros dele.
   Nesse momento, em uma manobra evasiva, José pulou no canteiro central da avenida e atravessou para o outro lado, sem se dar conta de que vinha apressadamente um veículo ao seu encontro....

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     Doutor Joshua, doutor Joshua, compareça urgentemente à sala de cirurgia...
                     (dizia a emfermeira no alto falante do hospital).

   O paciente estava realmente em um estado lastimável!
   O caminhão o atingira em cheio, e boa parte de seus ossos estavam quebrados, e somado a isso, eram necessárias várias intervenções cirúrgicas para que alguns de seus órgãos pudessem reestabelecer o funcionamento normal.
   Mas o Doutor era hábil e experiente, e em poucas semanas o antes apressado pedestre, mas agora paciente José, estava consciente e quase pronto para outra, como se costuma dizer por aí.

   Na primeira vez que abriu os olhos, após o acidente, José se lembrou imediatamente o porquê de estar ali, e também o quanto tivera sido estúpido ao se envolver em algo tão grave por pura displicência de sua parte!
   O doutor veio visitá-lo, conversou longamente com ele e o tranquilizou quanto à sua recuperação.
   Disse que logo estaria pronto a voltar à sua vida normal, mas que por pouco não o perdera.
   Mais tarde, um grupo de enfermeiras contaria a José que o doutor fez por ele muito mais do que dissera, por que o seu quadro era gravíssimo, e esse excelente doutor verdadeiramente o tirara dos braços da morte, e o trouxera novamente à vida.
   José sentiu-se verdadeiramente agradecido, e queria encontrar o seu salvador pessoalmente para agradecê-lo, mas soube que não seria possível, já que aquele abnegado médico, se aposentara pouco depois de sua última visita a José.

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   Voltando para casa, após receber a alta, José passou novamente pela mesma rua de sempre.
   Lá estava o canteiro central, que ele atravessou correndo, fugindo de suas responsabilidades.
   Lá estava a avenida, do outro lado, com seu trânsito frenético, e caminhões à toda velocidade.
   Mais à frente, também estava o senhor, agora a varrer pacientemente a sua calçada, sem os papéis daquele dia do acidente, já que José estivera internado, e portanto o vento não tinha mais papéis a espalhar.
  José resolveu ir falar como o Senhor e se desculpar com ele, afinal, percebera que o mal que fizera ao senhor, havia de uma forma ou de outra voltado para ele próprio.
   Mas, eis que ao se aproximar do senhor, reconheceu imediatamente aquele rosto, no qual antes mal olhava.
   Sim, era o Doutor Joshua, o mesmo que lhe salvara a vida!!!
   Uma sensação de vergonha, percorreu seu corpo e seu rosto se tornou vermelho como o escarlate.
   Mas dessa vez, não teria como fugir, pois o sorriso do Sr. Joshua já o recebia de longe!

    • Olá José! Fico muito feliz por você já estar reestabelecido!
    • Sim Doutor! Tudo por causa de sua habilidade! Muito obrigado! Eu realmente não sei como posso te pagar por ter me devolvido à vida!
    • Ah, (sorriu o doutor), tudo o que eu fiz fazia parte de minha obrigação como médico. Eu fiz por você o que faria por todos os que viessem a mim. Não te cobro nada, fiz por que você realmente precisava. Porém se você puder apenas amarrar as sacolas de lixo daqui por diante, ficarei muito feliz com você!
      Depois desse diálogo nunca mais aquela rua esteve suja de papéis provenientes do lixo de José.


      MAS A HISTÓRIA NÃO ACABA AQUI....

      José é um nome comum, usei para personificar um homem comum.
      Porém, Joshua é JESUS em inglês. 

      Essa história é sobre a salvação de um homem, que por culpa de seu lixo (seu pecado) quase morreu, mas a partir de seu encontro pessoal com Jesus, mesmo após ter fugido dele anteriormente, recebeu a vida gratuitamente, e passou a obedecê-lo, e a fazer o que era certo, não para ser salvo já que não são as obras que nos salvam, e sim por que JÁ HAVIA SIDO SALVO por Jesus.

      **1
      Uma pessoa que realmente creu em Jesus como Salvador recebeu uma nova vida que veio de Deus (nasceu de novo), portanto agora seu corpo é o templo do Espírito Santo que habita nessa pessoa. Ela já não pertence a si mesma, mas ao Senhor que morreu para salvá-la. Será que você é essa pessoa?

      Se for, vai saber o quanto o Senhor sofreu para pagar por seus pecados, e vai saber que a partir do momento em que você se tornou uma ovelha dEle, ninguém mais poderá arrebatar você das mãos do Pai, nem mesmo você, o pecado ou o diabo. O poder que salvou você é maior do que qualquer poder que você, o pecado ou o diabo tenham. Ao se tornar um membro do corpo de Cristo passou a fazer parte dele
      como seu braço ou perna fazem parte de seu corpo. Você não deixaria alguém arrancá-lo, não é mesmo?

      Ao reconhecer tudo o que o Senhor fez por você,
      seu coração se encherá de tamanha gratidão que a pior coisa do mundo para você será desagradar aquele que morreu em seu lugar. Portanto nem iria passar pela sua cabeça que agora você está livre para fazer o que bem entender, porque se achar assim certamente ainda não entendeu o que Cristo fez por você e está achando que sua salvação depende de seus méritos.

      A coisa funciona assim: imagine um médico que salvou sua vida e não cobrou nada por isso. Você pensaria em se aproveitar dele, de sua generosidade? De jeito nenhum. Se você realmente entendeu da situação crítica que ele tirou você ficaria eternamente grato e faria
      qualquer coisa que ele lhe pedisse. (Até mesmo conter o seu pecado – amarrando o saco de lixo - e não mais praticá-lo, espalhando-o por aí).

      Fiquem na paz!
      Jadilson.

      **1- Trecho retirado do site: http://www.respondi.com.br

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Inflação... Que bicho é esse?

(fonte a imagem: http://grafar.blogspot.com/2008/07/charge-kayser_09.html)
 

  Para mostrar que eu também sei falar sobre coisas úteis, vamos mudar um pouco o já nada usual "menu" de assuntos do blog, e falar um pouco sobre economia, mas sem muito "economês", pelo menos sem o economês desnecessário e rebuscado... Não vamos falar sobre a  "economia de mercado" e sim da "economia do mercado" (daquele em que compramos nossas frutas e conversamos sobre economia bem no nível popular);
  Sem mais enrolação, vamos ao assunto: "Inflação"...
  
  Para todos aqueles pouco afeitos à análises econômicas e assuntos ligados à economia, e também para aqueles que nasceram depois do ano de 1994 e portanto não viveram o período de hiperinflação brasileira, o conceito de inflação soa meio irreal e pouco inteligível... Então vamos dissecar o conceito, por que agora que o assunto ganhou as ruas, isso significa que não está mais circunscrito aos economistas, agentes de mercado e investidores, que costumeiramente lidam com o "monstro".
   Pois bem, sendo bem básico, podemos dizer que a Inflação é aquele fator econômico que degrada a capacidade financeira de compra dos consumidores. Significa que o seu dinheiro perde o valor ao longo de um período de tempo, e que aquilo que você comprava a, digamos, um mês com R$ 10,00 reais, por exemplo, você não conseguirá mais adquirir com o mesmo valor, e terá que desembolsar um pouco mais (apenas como exemplo, digamos que precisará de R$ 10,50 para a compra do mesmo produto).
  Poderiam me perguntar: E por que se preocupar com um aumento tão pequeno, como R$: 0,50 em um produto? 
  A resposta é que esse aumento, nunca se reflete em apenas um produto, e sim em TODOS os produtos de forma generalizada de forma percentual, e que, se a inflação se consolida e ganha força, tudo fica mais caro, em períodos de tempos cada vez menores. No caso do Brasil, da era anterior ao Real, dominado pela hiperinflação, havia produtos que sofriam remarcações de preços diárias, o que obrigava às famílias a mal receber o salário e correr para fazer as suas compras, pois o poder de seu dinheiro era corroído muito antes da chegada do fim do mês... É meus amigos o negócio era tenso, em toda a extensão da palavra!

 (fonte da imagem: http://fontanablog.blogspot.com/2008_07_01_archive.html)

   E como podemos acompanhar essa tal de inflação e saber como ela poderá nos afetar e qual é o grau de seu crescimento?
  Bem, há diversos índices inflacionários, tais como o IPCA, IPCA15, IGPM, IPC, INPC e etc.
  Os mais afoitos pensariam: Ah bom, primeiro o cara fala que não vai tratar de economês e agora começa com essas siglas... acabou comigo...
   Calma lá!! Todos esses índices são feitos "ao gosto do freguês", e cada um reflete a realidade de um tipo específico de setor financeiro. Para o nosso caso, consumidores comuns, o melhor a ser acompanhado é o IPCA, mas na realidade, ele não reflete EXATAMENTE a SUA inflação pessoal, já que a cesta de produtos que ele avalia mensalmente pode ser BEM diferente da sua. Eu por exemplo tenho aversão a manga, maxixe, giló, feijão vermelho, e muitos outros produtos. Suponhamos que na cesta de produtos medidos pelo IPCA constem todos estes e ainda mais alguns itens que eu jamais compre. Fica fácil concluir que esse índice não serve pra mim. Então, o índice ideal em meu caso seria o IPCMT (índice de preços ao consumidor Mr.Torres) que seria focado nos produtos que EU consumo... Então eu teria que elaborar a minha própria lista de consumo mensal costumeira, e todo mês fazer a pesquisa para identificar se "A MINHA INFLAÇÃO" está mais alta ou mais baixa em pontos percentuais. Agora eu te pergunto : Você faria isso?  Claro que não!! Nem eu! Então nós, por comodidade seguimos algum índice oficial e consideramos aquele índice como sendo "a nossa inflação", que é pesquisada por terceiros e disponibilizada por sites como o PORTAL BRASIL, e pronto. 


(fonte da imagem:http://economiaclara.wordpress.com/2010/05/31/economiafacil/)

   Apenas como informação, extraí do estadão uma notícia sobre as projeções do IPCA para 20011 e 2012, conforme se lê no link abaixo, que também dá acesso à notícia completa.


   Pois bem "Senhor Torres", o senhor falou, falou, falou e não deixou claro COMO EXATAMENTE ESSE TAL DE INFLAÇÃO PODE AFETAR A MINHA VIDA COTIDIANA... 
   E não falei mesmo!!
   Isso por que esse é um assunto para o próximo post, já que neste eu tinha por escopo dar apenas uma breve explanação beeeeem básica a respeito desse bicho chamado inflação, e portanto escrevi apenas o que fosse atinente ao básico do básico.
  No próximo post, vou tentar traduzir o assunto para o nosso dia, a dia, assim como fiz aqui, de forma que até quem não é muito afeito à economia possa ter um bom entendimento.
   Pretendo falar da influência da inflação na caderneta de poupança, na taxa de Juros (a famosa Selic) nos preços dos bens de consumo, nos empréstimos financeiros, nas prestações de bens de consumo, nas taxas de cartões e em outras, inflação de demanda, inflação de custos, inflação inercial, inflação estrutural e outros conceitos inflacionários que nem nos damos conta, mas que prejudicam o nosso dia-a-dia...


Em tempo: Não sou economista. Sou formado em Administração de Empresas (portanto estudei economia, contabilidade e matemática financeira). Isso por si só não garante nada, mas como eu sou um entusiasta da economia e acompanho MESMO o assunto, estou me atrevendo a escrever a respeito.

sábado, 4 de setembro de 2010

Professores que todos temos

  Nós somos capazes de aprender QUALQUER COISA, seja ela qual for. Somos plenamente capazes de aprender sobre coisas simples como uma mera operação de adição, assim como somos também capazes de aprender sobre física avançada, podendo até entender os meandros do funcionamento de um acelerador de partículas como o famoso LHC.
  Mas é evidente que nada se aprende da noite para o dia.
  Tudo depende de fatores internos e externos que podem atuar como interferentes ou auxiliares no processo.
  Entre esses fatores que eu particularmente identifico, estão basicamente três fatores: Disposição pessoal, tempo e progressividade.
  A disposição pessoal é fácil de entender. Cada um sabe que se aplicada a dose certa de energia na conquista de um objetivo, estará de fato a meio caminho de conquistá-lo. A disposição pode ser "auto desenvolvida" ou surgir a partir de um estímulo externo de alguém ou de alguma situação que nos tire de nossa zona de conforto e nos impulsione a agir para mudar uma situação pré-existente.
  Com isso conhecemos nosso primeiro grande professor...  A disposição para querer crescer...
  Às vezes, receber um estímulo externo para nos desenvolver a disposição é bastante válido e necessário, mas o ideal mesmo é que a disposição nasça em nós mesmos e se instale de modo definitivo.
  Disposição nos ensina a ter determinação para seguir em frente..  É o primeiro grande professor de quem quer chegar a algum lugar...
  Segundo grande professor, o tempo. Esse é importantíssimo, mas é tomado de uma forma errada e ineficiente.. Isso por que o tempo por si só, é apenas uma dimensão, que não é capaz de fazer absolutamente nada (experimente deixar um saco de pipocas de microondas do lado de fora do microondas por 3 minutos.. Os três minutos vão passar, e mais três, e mais três, a suas pipocas JAMAIS ficarão prontas... Mas a partir do momento em que você aplicar uma energia de ativação do próprio forno (que equivaleria à disposição para mudar algo no caso de atitudes para a nossa vida), durante um intervalo de tempo pré-determinado, suas pipocas começarão a estourar, (sua vida começará a ser melhor desenhada), QUASE do jeito que você espera. Portanto, o tempo nos ensina a ter a paciência para saber que não adianta ter pressa, o que adianta é ter a persistência de continuar a investir no plano e segui-lo à risca, até se chegar ao objetivo determinado.
  O tempo é mesmo um grande professor!
  O terceiro professor, é a progressividade... Essa então, é importantíssima!
  Afirmei no início do post, que qualquer um pode aprender qualquer coisa (evidentemente, qualquer um que domine suas características cognitivas plenamente, por que bem sabemos que há pessoas que têm limitações físicas ou intelectuais).

  Pois bem, analisando a minha afirmação inicial, vamos considerar primeiro uma simples operação de adição. Para que se aprenda a "somar" é preciso primeiro conhecer o conceito de numero, depois conseguir abstração suficiente para entender que numerais os representam de forma escrita, no papel, e em seguida aprender as regras aplicadas às operações de adição, pra só depois então treinar até conseguir fazer somas simples ou mais complicadas (como números com vírgula, monômios, polinômios, etc, etc, etc..)
  Fácil notar que a progressividade de conhecimentos foi determinante para aprendermos a somar não é mesmo? Mas e para entender a complexidade de um acelerador de partículas como o LHC?
  O raciocínio é exatamente o mesmo... A progressividade de conhecimentos, leva ao entendimento desse sistema complexo. A diferença está na quantidade e complexidade de conhecimentos necessários, mas evidentemente tem que partir da física elementar, até chegar ao conhecimento do que é afinal um "simples" Hádron, para depois entender como fazer para acelerá-lo e controlar todo o processo no interior do acelerador.
   Nesse caso específico, os professores são muito mais rígidos, pois temos que ter MUITA determinação, MUITO tempo e nos envolver com uma complexa inter-relação entre fatores de progressividade de conhecimentos para chegarmos ao sucesso...
   
  Então, qual é a diferença entre um renomado cientista nuclear e uma pessoa normal? Por que eles conseguem dominar tão grandes e complexas informações e nós não?
  Eu afirmo que não há diferença nenhuma. Qualquer pessoa que realmente deseje, poderá se tornar um deles, já que todos nós temos a nossa disposição exatamente os mesmos professores "universais", dentro os quais destaquei apenas três.
  Por isso acredito que não há limites para quem quer que seja. Se você deseja chegar a um objetivo, você pode, e você consegue...
  Seus "professores" irão exigir muito de você, de maneira diretamente proporcional à magnitude de seus objetivos, mas desde que você queira mesmo se submeter aos ensinamentos deles, nada te segura.
   Disposição, tempo, progressividade, são portanto chaves do sucesso. Pesquise a vida de gente de sucesso e verá que na vida deles, pelo menos esses três fatores foram presença constante e determinante para chegarem onde estão. 

Abraço a todos os futuros vencedores!!!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Quem sustenta o universo???

  A resposta é simples, e há muito tempo já a conheço...
  Mas, é sempre bom "divagar" um pouco, usando dos conhecimentos da ciência para provar o óbvio...
 Antes de chegar ao ponto crucial deste post, vamos analisar a questão sob a ótica mais elementar de todas: A sustentação do universo em termos de gravitação.
  Sir Isaac Newton, descobriu (dizem que por acaso, mas eu não creio nisso) que todos os corpos estão sujeitos a ação da gravidade, e deu à sua descoberta o nome de "lei da gravitação universal"...

  Ora, se a lei é universal, significa que se aplica a todo e qualquer corpo. Imagino que na época, com o termo "universal" não se quis dizer que o universo inteiro obedeça a essa lei, e sim que ela valha para todos os corpos. Porém, sabemos que de fato a lei é mesmo universal no sentido literal da expressão.

  Feita estas primeiras considerações, podemos ir além em nossa divagação...
  Em primeiro lugar, convém observar que a gravidade está diretamente relacionada à massa do corpo. Quanto maior a massa, maior é a atração gravitacional de um corpo em relação a outro. 
  Isso explica o por que de a lua estar orbitando ao redor da Terra, já que a massa extraordinariamente superior desta, atrai definitivamente àquela.
   Também a Lua, provoca efeitos sobre a Terra pela ação de sua gravidade, notadamente nos regimes de marés tão necessários, pontualmente precisos e impressionantemente ordenados.
   Ainda analisando a questão Lua vs. Terra, cabe observar que a gravidade da Terra, embora atraia a Lua, não é suficientemente grande para que esta "caia" sobre a Terra (será que existe alguém por trás dessa precisão toda? É claro que sim!!!).

   Aprofundemos mais ainda a questão, por que há algo ainda mais fabuloso a ser considerado, acompanhe:
   Assim como a Lua não "Cai" na Terra, ela também não "foge" da órbita da Terra, e por consequência, não se perde pelo espaço sideral... Em outras palavras, a atração da Terra sobre a Lua não permite que a Lua "Caia" indefinidamente pelo universo... (Indefinidamente não sei, por que até hoje ninguém sabe onde são ou mesmo se existem os limites do universo.... )
   Mas e a Terra? Quem a "Segura" para que ela própria não "caia"? Ora, qualquer estudante (pelo menos aqueles que tiveram a oportunidade de estudar antes de os governos destruírem o sistema educacional brasileiro pouco depois década de 1980), sabe que a resposta é elementar, já que conhecem o fato de que a Terra orbita em torno do Sol, e portanto este é o responsável pela manutenção da Terra em seu caminho habitual "segurando-a" em torno de sua massa de atração gravitacional.

   Podemos ir mais adiante com os questionamentos.... QUEM SEGURA O SOL?         Possivelmente, alguma outra estrela de maior massa e que seja pertencente à nossa galáxia, a via láctea, dentro da qual figura o nosso sistema solar.
   Aliás, a Via Láctea é tão imensa que NUNCA foi vista em sua integralidade por olho humano nenhum. A visão que temos dela, ou é uma concepção artística ou é a imagem de uma outra galáxia erroneamente nomeada de Via Láctea.

    Aqui chego ao ponto chave desse longo post:

   Como é possível que uma galáxia INTEIRA fique simplesmente "boiando" no espaço sideral, sem que nada a esteja segurando?
    A meu ver aqui cabem três hipóteses, duas "científicas" e uma religiosa....

    Cientificamente, talvez seja possível considerar que ou a nossa galáxia inteira esteja eternamente em queda livre, assim como todas as outras galáxias e todo o universo (o que seria provável, já que o universo está frequentemente se expandindo, segundo o que postula a teoria do BigBang), OU ENTÃO, podemos imaginar que haja sempre um corpo maior do que o outro e dessa interação de atrações gravitacionais se compõe a sustentação do universo.

  Todas as duas "teorias" acima, (formuladas por mim, que nem cientista sou, e sim apenas um curioso, que por isso mesmo estou totalmente autorizado a produzir teorias estapafúrdias) não encontrariam sustentação teórica, nem prática, já que, se a primeira for válida, chegará um momento que o universo inteiro "desabará" pois pelo fato de os corpos se distanciarem, as interações gravitacionais diminuiriam até o ponto de não mais existirem. Caso a segunda fosse válida, então haveria um corpo no espaço que teria uma massa inconcebivelmente grande, a ponto de ser o corpo responsável pela manutenção gravitacional de todo o universo... Mas caso este existisse, QUEM "SEGURARIA" ESSE CORPO???

  É por isso que nossa ciência é chamada de LOUCURA por Deus, em diversos trechos de sua palavra. Além de não encontrarmos uma explicação suficientemente convincente para questões REALMENTE complexas, jamais teremos como provar ou estudar determinadas questões macro (como a totalidade do universo) ou micro (como as partículas mais elementares da matéria, já que frequentemente se descobrem partículas cada vez mais diminutas).

  Por isso, ainda cabe a última explicação, mais simples e mais fácil que as nossas "loucuras" científicas...
  Seja lá como for feita a sustentação do universo, seja ele infinito e esteja todo em queda livre, ou ainda esteja o nosso universo aprisionado em uma "pequena" bola de gude nas mãos de crianças extraterrestres, como sugerem as cenas finais do filme MIB- Homens de preto, enfim seja lá qual for a insondável resposta, só quem a conhece é DEUS, o nosso incontestável criador e arquiteto desse complexo sistema, e de nossas comparativamente pequenas e insignificantes existências.

** Melhor parar por aqui... Não tenho a intenção de que o tamanho de meu post compita com o do universo!  :~)

domingo, 11 de julho de 2010

No princípio....

No princípio das coisas, estão a sua formação, construção e por que não, explicação...

ConKatenando, está com "K" simplesmente por já existir um blog com esse mesmo nome no Blogspot, porém grafado corretamente com"C" (como sempre, quando se pensa em criar um e-mail, blog, ou qualquer outro meio de uso da Internet, alguém já o fez com o mesmo nome! rs.. Nada fora do normal...)

Explicada a grafia, vamos à explicação da escolha do nome...

Concatenar, significa ligar, relacionar.... e é exato o que me dispus a fazer aqui: Ligar fatos, idéias e acontecimentos do mundo às minhas idéias e interpretações destes, também nada de incomum, já que praticamente todos os blogs se destinam exatamente a isso.


O diferencial deste para outros blogs?
Bem, isso só quem ler poderá dizer...

Um abraço,